A presente ação de formação tem por base o princípio da valorização do património cultural português e tem como missão promover o Bombo a ícone da identidade e cultura portuguesas atuais, contribuindo para o desenvolvimento da sua prática em contextos escolares.

Projeto Artístico: O Bombo

O potencial dos instrumentos de percussão no ensino da música

Projeto Artístico: O Bombo - O potencial dos instrumentos de percussão no ensino da música

ESGOTADO

Ação de formação Creditada

25h | Registo: CCPFC/ACC-113341/21

por

Rui Júnior


Destinatários:

Professores de Música grupo 250 e 610

Datas:

7 de fevereiro a 28 de março de 2022 (novas datas)

Valor da Inscrição:

Sócios da APEM1 - 50 €

Não Sócios2 - 100€

1Os sócios com as quotas em dia, para beneficiarem do desconto de sócio, devem fazer o login no site da APEM.
2Torne-se sócio e poupe de imediato ao inscrever-se nesta formação. Clique aqui para saber mais.
Número máximo de participantes: 15
Requisitos mínimos para participar na formação:
  • Dispor de um bombo artesanal com um mínimo de 50cm*;
  • Computador com um mínimo de 2 GB RAM/2 GHz no sistema operativo MAC OS X 10.7 ou posterior, Windows 7 ou posterior ou a última versão GNU/LINUX;
  • Auscultadores, câmara e microfone;
  • Ligação à internet.
*Pode adquirir um bombo nos TocaRufar em formato kit para montar ou em instrumento completo. Em qualquer dos casos deverá contactar através de um dos seguintes emails: tocarufar@tocarufar.com ou ruijr@tocarufar.com

Sessões síncronas das 19h00 às 20h00 nos seguintes dias:
  • 8 de fevereiro de 2022
  • 15 de fevereiro de 2022
  • 22 de fevereiro de 2022
  • 2 de março de 2022
  • 8 de março de 2022
  • 15 de março de 2022

Sinopse:

A presente ação de formação tem por base o princípio da valorização do património cultural português e tem como missão promover o Bombo a ícone da identidade e cultura portuguesas atuais, contribuindo para o desenvolvimento da sua prática em contextos escolares.

Desta forma, esta ação de formação pretende promover a criação de projetos musicais de orquestras de percussão tradicional portuguesa nas escolas, capacitando os formandos com as ferramentas necessárias para o desenvolvimento destes projetos nos seus contextos de ação através:

  • da promoção e valorização da cultura portuguesa e da percussão tradicional;
  • da divulgação e promoção do "bombo" como um dos símbolos icónicos da cultura popular.
  • do desenvolvimento de modelos alternativos de educação não formal e informal e de práticas artísticas diversificadas e inovadoras;
  • do desenvolvimento de projetos musicais de escola, envolvendo as comunidades.

Objetivos a atingir:

A ação de formação tem como missão promover a criação de projetos musicais de orquestras de percussão tradicional portuguesa nas escolas. Tem como objetivos:

  • Dar a conhecer aos formandos a linguagem da percussão tradicional portuguesa aplicada às necessidades e exigências do universo escolar, designadamente da sala de aula;
  • Desenvolver nos formandos capacidades no domínio da execução de instrumentos de percussão tradicional;
  • Desenvolver nos formandos capacidades no domínio da direção de grupos de percussão tradicional.
  • Proporcionar aos formandos meios para desenvolver atividades de percussão tradicional em contexto de sala de aula e em contextos de educação não formal;
  • Dar aos formandos as ferramentas necessárias para o desenvolvimento de projetos musicais de percussão tradicional nos seus contextos escolares.

Conteúdos da ação:

Nas comunidades tradicionais do Norte do Portugal, o termo "Bombo é uma palavra-contentor que abrange diferentes conceitos: o instrumento bombo em si, o instrumento caixa, o conjunto instrumental onde o instrumento bombo se insere ("grupo de bombos", "conjunto de bombos", "bombos", "grupo de zés-pereiras", "zés-pereiras") constituído por bombos e caixas e outros instrumentos melódicos conforme a área de pertença, a performance em si do conjunto instrumental (definida "saída", "performance", "atuação", "arruada", "despique", ou simplesmente "os bombos"), o "toque" ou seja as músicas executadas pelos grupos com as relativas formas de tocar, e o conjunto de crenças, a sabedoria, e as formas de ser e estar da comunidade envolvida na prática.

Ao longo da ação, o tema do bombo será abordado em diferentes dimensões e organizado em diferentes módulos no âmbito da metodologia Tocá Rufar e na execução instrumental do bombo segundo o método Tocá Rufar.

Metodologias de realização da ação:

O curso será realizado totalmente a distância com recurso à plataforma moodle do CFAPEM (Centro de Formação da Associação Portuguesa de Educação Musical) em atividades síncronas e assíncronas.

As sessões serão enquadradas num espírito de reflexão e partilha sobre temas da realidade dos contextos escolares, com recurso a instrumentos musicais e a meios audiovisuais.

Privilegiar-se-á uma metodologia ativa, pretendendo-se proporcionar aos formandos a aquisição de conhecimentos práticos que facilitem o desenvolvimento de competências no domínio do "saber-fazer".

Regime de avaliação dos formandos:

A avaliação dos formandos incidirá:

  • Na realização e participação nos trabalhos práticos propostos;
  • Na elaboração de uma reflexão crítica final, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados na escala de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC – 3/2007 – Setembro 2007, com a menção qualitativa de:
  • 1 a 4,9 valores – Insuficiente;
  • 5 a 6,4 valores – Regular;
  • 6,5 a 7,9 valores – Bom;
  • 8 a 8,9 valores – Muito Bom;
  • 9 a 10 valores - Excelente.

Bibliografia fundamental

BARBOSA, Ana Mae. Em defesa da Arte-Educação. REVISTA OBSERVATÓRIO ITAÚ CULTURAL, v. 24, p. 66-75, 2018.

Boal-Palheiros, G. & Encarnação, M. (2008). Music education as extracurricular activity in Portuguese primary schools. Proceedings of the 22nd International Seminar on Research in Music Education, 96-104.

Boal-Palheiros, G. & Resende, R. (2010). The practice of Portuguese traditional music in primary schools. Proceedings of the 23rd International Seminar on Research in Music Education.

CASTELO-BRANCO, Salwa El-Shawan (1991) Cultural Policy and Traditional Music in Portugal since 1974, in BAUMANN, Max Peter (edição de) Music in the Dialogue of Cultures: Traditional Music and Cultural Policy, International Institute for Comparative Music Studies and Documentation, Berlin.

CASTELO-BRANCO, Salwa El-Shawan (Direcção de) (2010) Enciclopédia da Música em Portugal no Século XX, Círculo de Leitores/Temas e Debates e Autores.

Cunha, P. (2006). As tecnologias da música em Expressão e Educação Musical no 1oCiclo do Ensino Básico. Tese de Mestrado não publicada. Braga: Universidade do Minho.

Dunbar-Hall, P. & Wemyss, K. (2000). The effects of the study of popular music on music education. International Journal of Music Education, 36, 23-34.

OLIVEIRA, Ernesto Veiga de (1982) Instrumentos Musicais Populares Portugueses, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa.

Rui Júnior

Rui Júnior

É Diretor Artístico da Orquestra Tocá Rufar e Presidente da Direção da ADAT – Associação dos Amigos do Tocá Rufar. A ADAT surgiu enquanto projeto de intervenção social após o sucesso na EXPO'98. Extravasando o seu propósito inicial, responde desde 1999 por uma orquestra de percussão, uma companhia de música e pelo desenvolvimento de aulas de percussão em todo o País e no estrangeiro atraindo crianças, jovens e adultos e realizando parcerias com diversas instituições públicas e privadas. Sob a direção de Rui Júnior a ADAT participou em eventos de caráter oficial, tais como a EXPO Hannover 2000, EXPO Aichi 2005, assinatura do Tratado de Lisboa 2009, Cerimónia Oficial de depósito das cinzas do Prémio Nobel da Literatura, José Saramago e foi-lhe dedicado o Prémio pela Arte da Cultura e Bombo Portuguesa, na presença do então Ministro da Cultura. Rui Júnior é também diretor artístico, percussionista e é frequentemente solicitado para realizar acções de formação de formadores, nomeadamente nas ESEs de Lisboa, Setúbal e Politécnico do Porto, entre outros.

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©  Associação Portuguesa de Educação Musical

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