A criação do "Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória" na perspetiva de um currículo humanista orientado para o desenvolvimento de dez competências-chave, implica a reflexão sobre o que é essencial aprender em todas as áreas e de que forma se interligam e cruzam as várias áreas do conhecimento, num momento em que cada vez mais se está num mundo global de aprendizagens com implicações muito diretas no ensino formal nas escolas.

Aprendizagens Essenciais e a Interdisciplinaridade em Música

Aprendizagens Essenciais e a Interdisciplinaridade em Música

ESGOTADO

Ação de formação Creditada

18h | Registo: CCPFC/ACC-113340/21

por

Manuela Encarnação

Apoio técnico-pedagógico: Lina Trindade Santos
Destinatários:

Professores de Música grupo 250 e 610

Datas:

10 de janeiro a 7 de fevereiro de 2022

Valor da Inscrição:

Sócios da APEM1 - 30 €

Não Sócios2 - 60€

1Os sócios com as quotas em dia, para beneficiarem do desconto de sócio, devem fazer o login no site da APEM.
2Torne-se sócio e poupe de imediato ao inscrever-se nesta formação. Clique aqui para saber mais.
Número máximo de participantes: 15
Modalidade:

A formação decorre maioritariamente em sessões assíncronas, de modo a que os formandos possam gerir o tempo na realização das atividades propostas, devendo apenas respeitar as datas limite. Haverá pelo menos uma sessão síncrona, em momento a definir no decorrer da formação.

Requisitos mínimos para participar na formação:
  • Computador com um mínimo de 2 GB RAM/2 GHz no sistema operativo MAC OS X 10.7 ou posterior, Windows 7 ou posterior ou a última versão GNU/LINUX;
  • Auscultadores, câmara e microfone;
  • Ligação à internet.

Sinopse:

A criação do "Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória" na perspetiva de um currículo humanista orientado para o desenvolvimento de dez competências-chave, implica a reflexão sobre o que é essencial aprender em todas as áreas e de que forma se interligam e cruzam as várias áreas do conhecimento, num momento em que cada vez mais se está num mundo global de aprendizagens com implicações muito diretas no ensino formal nas escolas.

Nesta formação vamos refletir sobre o que é essencial aprender em música e organizar coletivamente situações e ambientes de aprendizagem musical ativa focadas na promoção de aprendizagens musicais significativas para os alunos.

Conteúdos:

  • Competências-chave do perfil do aluno;
  • O currículo da música no ensino básico;
  • A música como objeto de ensino;
  • Ambientes de aprendizagem: o físico e o relacional;
  • Aprendizagem formal, não formal e informal: como aprendo melhor?
  • Articulação e integração curricular: multidisciplinaridade, interdisciplinaridade e transdisciplinaridade.

Objetivos a atingir:

  • Analisar os documentos curriculares que enquadram as práticas dos professores de música do ensino básico;
  • Refletir sobre o que é essencial aprender em música;
  • Sistematizar e definir coletivamente situações e ambientes de aprendizagem musical ativa focadas na promoção de aprendizagens musicais significativas para os alunos;
  • Organizar pontos de encontro possíveis da música com as várias áreas do currículo numa perspetiva de articulação curricular.

Metodologias de realização da ação:

O curso será realizado totalmente a distância com recurso à plataforma moodle do CFAPEM (Centro de Formação da Associação Portuguesa de Educação Musical) em atividades síncronas e assíncronas.

A metodologia de realização da ação será essencialmente prática. Haverá momentos de apresentação e exploração das potencialidades de cada ferramenta apresentada e os formandos serão convidados refletir de que forma cada uma delas se poderá adequar ao seu próprio contexto profissional. O trabalho será realizado em grupos de pequena e média dimensão e serão propostos diversos momentos de aplicação prática dos processos de criação musical para facilitar a apropriação e domínio dos aspetos técnicos envolvidos.

Espera-se que a vivência dos processos criativos e a utilização/experimentação das ferramentas tecnológicas permita aos formandos desenvolver as competências e a motivação para integrar na sua prática profissional os conteúdos da ação de formação.

Regime de avaliação dos formandos:

De acordo com o exigido, a avaliação terá um carácter qualitativo e quantitativo, espelhado numa escala classificativa de 0 a 10 valores. Serão consideradas duas componentes de avaliação: a participação do formando nas atividades da plataforma e a apresentação de um trabalho final. Os registos de avaliação atendem a todos os elementos que traduzam o desempenho do formando, nomeadamente:

  • Participação nas atividades propostas;
  • Trabalhos e atividades realizadas;
  • Trabalho final.

Bibliografia fundamental

  • Decreto-lei n.o55/2018 de 6 de julho; Aprendizagens Essenciais: http://www.dge.mec.pt/aprendizagens- essenciais-ensino-básico
  • Cosme, A. (2018) Autonomia e Flexibilidade Curricular. Porto Editora
  • Mills, J.(2005) Music in the Schools. Oxford University Press
  • Paynter. J.(2008) Thinking and making - Ed Janet Mills and John Paynter. Oxford University Press Hickey, M. (2012) Music outside the lines. Oxford University Press
Manuela Encarnação

Manuela Encarnação

Mestre em Ciências da Educação – especialização em orientação da aprendizagem pelo Instituto de Educação da Universidade Católica, tem o Curso de Formação Avançada do Doutoramento em Educação, na área de especialização em Formação de Professores do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, o CESE em Supervisão Pedagógica e Gestão da Formação pela Escola Superior de Educação de Lisboa e o Curso Geral de Canto e Composição da Escola de Música do Conservatório Nacional.

Professora de Educação Musical do Agrupamento Almeida Garrett onde exerceu diversos cargos de gestão pedagógica de 1990 a 2006. Formadora credenciada pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua nas áreas e domínios de Educação Musical/ Música, Concepção e Organização de Projetos Educativos e Didáticas Específicas (Educação Musical/ Música). Orientadora pedagógica e professora tutora nos cursos de formação inicial - variante de Educação Musical, a convite da Escola Superior de Educação de Lisboa entre 1991 e 2003. Tem diversas publicações em coautoria de livros escolares e de canções infantis.

É membro da Direção da APEM desde 2005 e Diretora do Centro de Formação da APEM desde 2009.

Presidente da Direção da APEM desde 2016.

Membro do Conselho Científico do IAVE desde 2014. Conselheira do Conselho Nacional de Educação desde 2015.


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Cantar Mais – Mundos com voz é um projeto da Associação Portuguesa de Educação Musical (APEM) que assenta na disponibilização de um repertório diversificado de canções (tradicionais portuguesas, de música antiga, de países de língua oficial portuguesa, de autor, do mundo, fado, cante e teatro musical/ciclo de canções) com arranjos e orquestrações originais apoiadas por recursos pedagógicos multimédia e tutoriais de formação.

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©  Associação Portuguesa de Educação Musical

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