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Dançar Canções: a voz e o corpo como instrumentos artísticos - 2ª Edição

“Dançar canções” pretende sensibilizar os professores para a potencialidade da voz e do corpo na construção de aprendizagens estéticas e artísticas que reconhecem as especificidades e as intencionalidades de diferentes manifestações artísticas, neste caso, a dança e a música, nomeadamente através de cantar canções e representá-las e expressá-las com o corpo como instrumento artístico e relacional. O conhecimento da dança como forma de arte só pode ser adquirido através da experimentação, composição interpretação e visualização de danças.

Dançar Canções: a voz e o corpo como instrumentos artísticos - 2ª Edição


Ação de Formação Creditada

18h - 0.7uc.

por

Bruno Cochat, Carla Albuquerque e Mirjam Dekker

Destinatários: Docentes dos grupos 110, 250 e todos os interessados

Data: 14 de setembro, 12 e 26 de outubro de 2019

Horário: 10h00 às 13h00 | 14h30 às 17h30

Local: Agrupamento de Escolas - Dr. Júlio Martins

Morada: Av. 5 de Outubro | 5400-017 Chaves | Telefone: 276 333 482

Valor da Inscrição:

  • Sócios da APEM: 65€
  • Professores do AE Dr. Júlio Martins: 85€
  • Não Sócios: 110€

Sinopse

“Dançar canções” pretende sensibilizar os professores para a potencialidade da voz e do corpo na construção de aprendizagens estéticas e artísticas que reconhecem as especificidades e as intencionalidades de diferentes manifestações artísticas, neste caso, a dança e a música, nomeadamente através de cantar canções e representá-las e expressá-las com o corpo como instrumento artístico e relacional.

O conhecimento da dança como forma de arte só pode ser adquirido através da experimentação, composição interpretação e visualização de danças.

As capacidades de expressão, comunicação e criatividade e a apropriação de conhecimentos da dança e da sua compreensão em diversos contextos são aprendizagens que se devem desenvolver nos primeiros anos de escolaridade.

Na música, o movimento e a dança são estruturantes para a aprendizagem musical. Torna-se assim fundamental dotar os professores de competências nesta área.

Objetivos:

  • Contribuir para o desenvolvimento de práticas pedagógicas que incluam a sensibilidade estética e artística e a consciência e domínio do corpo;
  • Munir os docentes de ferramentas que permitirão, a partir de recursos educativos criativos, usar a voz e o corpo para o desenvolvimento de competências das áreas da estética e do domínio do corpo;
  • Refletir sobre a experimentação de técnicas, instrumentos e formas de trabalho diversificados com a voz e o corpo e o impacto nas aprendizagens dos alunos tanto ao nível de conhecimentos específicos de determinadas áreas disciplinares como ao nível do conhecimento e consciência de si e dos outros e dos relacionamentos interpessoais;
  • Desenvolver, nos docentes, a capacidade de estimular nos alunos o gosto pela dança e pelo cantar.

Conteúdos:

Bruno Cochat

  • Prática de exercícios físicos de grupo, visando a exploração de movimentos individuais e de grupo. Desenvolvimento de um trabalho colectivo. (3h)
  • Escolha de canções. Apresentação de 3 propostas de canções e posterior “discussão” sobre qual cairá a escolha e porquê. (1h)
  • Exploração (Improvisação e Composição) de frases de movimento para a peça escolhida, a partir da sua mensagem.(2h)

Carla Albuquerque

  • Exploração de conteúdos de movimento (ações e dinâmicas de movimento) (2h)
  • Construção de frases de movimento (1h)
  • Dançar canções Cantar Mais, com explicação do processo coreográfico (1h)
  • Composição coreográfica orientada (2h)

Mirjam Dekker

Ensino de um conjunto de danças como exemplos de métodos de ensino:

  • Exercícios em grupo para o ensino de danças;(3h)
  • Adaptação de metodologia a grupos específicos;(1h)
  • Reflexão coletiva sobre os exercícios; (1h)
  • Estrutura de uma aula de dança.(1h)

Metodologia:

Sessões teórico/práticas, em trabalho de grande grupo e pequenos grupos, com momentos de reflexão sobre as práticas.

Avaliação:

De acordo com o legalmente disposto, a formação implica a obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais. A avaliação dos formandos incidirá:

  • Na realização e participação nos trabalhos práticos efetuados nas sessões presenciais;
  • Na elaboração de uma reflexão crítica final, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados nas escola de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC – 3/2007 – Setembro 2007, com a menção qualitativa de:
    • 1 a 4,9 valores – Insuficiente;
    • 5 a 6,4 valores – Regular;
    • 6,5 a 7,9 valores – Bom;
    • 8 a 8,9 valores – Muito Bom;
    • 9 a 10 valores – Excelente.

A avaliação da ação de formação será realizada:

  1. pelos formandos, através da resposta a um inquérito elaborado para o efeito;
  2. pelo formador, através da resposta a um inquérito elaborado para o efeito;
  3. pelo Centro de Formação, através da elaboração de um relatório global de avaliação com base nos instrumentos avaliativos utilizados por formandos e formador.

Bibliografia

Nuccio Ordine, 2016, “A Utilidade do Inutil”, Faktoria K de Livros

Plataforma digital de recursos musicais e artísticos: www.cantarmais.pt

Mirjam Dekker, 2015, Danças (En)Cantandas e outras não, Tradisom

Bruno Cochat

Bruno Cochat

Lisboa, 5/4/1971. Licenciado pela Escola Superior de Dança – Ramo de Espetáculo. Iniciou os seus estudos em dança em 1983 na Companhia Nacional de Bailado e Ballet Gulbenkian.

Professor de Expressão Dramática na Escola Artística de Música do Conservatório Nacional desde 2003 até ao presente. Professor de Expressão Dramática na Escola Voz do Operário e na Escola Básica do Castelo (Lisboa).

Colaborador regular do PAD - Projecto de Aproximação à Dança – Companhia Nacional de Bailado e da “Orquestra Geração”.

Formador da APEM – Associação Portuguesa de Educação Musical.

Professor e Produtor na Escola de Música do Conservatório Nacional, onde inaugurou a temporada de concertos “Le Foyer”. Programador do mês de Abril/2012 na Baixa-Chiado PT Bluestation.


Carla Albuquerque

Carla Albuquerque

Estudou dança clássica, moderna, jazz, sapateado e dança contemporânea, tendo concluído a sua Licenciatura em Dança - Ramo de Educação, na Escola Superior de Dança, em 2002.

Desde então, dá aulas de Dança Clássica, Contemporânea, Dança Criativa e Música e Movimento para bebés. Participou em vários cursos e seminários dedicados ao ensino da dança em idade pré-escolar e escolar.

Desde 2005, colabora com a Companhia de Dança de Almada, tendo coreografado, interpretado e coproduzido vários bailados para o público mais jovem. Nesta Companhia, onde é também professora e coordenadora da Escola de Dança, desenvolve um trabalho de apoio a jovens criadores, incentivando os alunos a explorar e a desenvolver as dimensões criativa e estética.


Mirjam Dekker

Mirjam Dekker

Mirjam Dekker iniciou a sua formação na década de 1980 na Academia de Dança de Roterdão, na Holanda, fez inúmeras especializações além da licenciatura. Experimentando desde a Dança Jazz e Contemporânea até às danças tradicionais.

Foi bailarina em diferentes projetos, tendo participado em festivais em inúmeros países: Holanda, Inglaterra, Israel, Portugal, Espanha Itália, Bélgica, entre outros.

Além de bailarina exerce a sua atividade como professora, tendo experiência pedagógica de trabalho com crianças, e também como coreógrafa nos mais diversificados estilos de dança.

Informações:
apem associação portuguesa de educação musical

Praça António Baião 5B Loja
1500 – 712 Benfica - Lisboa

  21 778 06 29

  91 759 250 4/ 969 537 799

 Envie-nos um email


Apoios:

Agrupamento de Escolas - Dr. Júlio Martins

Formação: Projeto Artístico - O Bombo

"Decorreu, entre 1 e 6 de julho, a formação “Projeto artístico – o bombo: o potencial dos instrumentos musicais no ensino da música”, que teve como formador o percussionista Rui Júnior, fundador do projeto Tocá Rufar e Flávio Santos, monitor do mesmo projeto.

Ensaio nas instalações dos Tocá Rufar no Seixal

Realizou-se na primeira semana de julho (de 1 a 6 de julho) a ação de formação creditada para os grupos 250 e 610 “Projeto Artístico: O Bombo - O potencial dos instrumentos de percussão tradicionais portugueses no ensino da música”, numa parceria APEM/CFAPEM e TocáRufar e que teve como formador o percussionista Rui Júnior, fundador do projeto Tocá Rufar e Flávio Santos, monitor do mesmo projeto.

A ação decorreu na sede do Clube Desportivo dos Olivais e Moscavide. Houve ainda lugar a uma visita ao Museu da Música Portuguesa, no Estoril acompanhada pelo professor Domingos Morais e um dia de prática com os membros do TocáRufar no seu local atual de ensaio, o Centro de Experimentação Artística do Vale da Amoreira, no Seixal.

Com lotação esgotada, esta foi a primeira formação de um ciclo de 5 anos de formação contínua de professores que estamos a organizar e que irá incluir uma oficina de formação de setembro a março para a criação e acompanhamento de projetos de percussão nas escolas apenas para os professores que realizaram a formação em julho. Todos os anos se criarão novos grupos.

Projeto CANTANIA – a Escola em Palco

O projeto Cantania desenvolve-se por iniciativa do Serviço Educativo do L’Auditori da Catalunha (Barcelona). Iniciado em 1989, é um projeto coral participativo com crianças de escolas de ensino básico, dos 8 aos 12 anos, disseminado por 19 cidades em Espanha, na Alemanha, Bélgica e em Portugal (na cidade de Guimarães). Em 2019, realizaram-se 126 concertos de Cantania, englobando mais de 50.000 crianças, em 1500 escolas.

Projeto Cantania - a Escola em Palco

O projeto Cantania desenvolve-se por iniciativa do Serviço Educativo do L’Auditori da Catalunha (Barcelona). Iniciado em 1989, é um projeto coral participativo com crianças de escolas de ensino básico, dos 8 aos 12 anos, disseminado por 19 cidades em Espanha, na Alemanha, Bélgica e em Portugal (na cidade de Guimarães). Em 2019, realizaram-se 126 concertos de Cantania, englobando mais de 50.000 crianças, em 1500 escolas.

Com um grande efeito multiplicador, desenvolve-se ao longo de todo o ano letivo e culmina com um espetáculo final numa sala de concertos onde é apresentada a cantata original, escrita cada ano por um compositor e um libretista selecionados. A obra, composta para coro infantil e 10 músicos, é elaborada em parceria estreita com os diretores musicais do projeto, e aborda temáticas atuais (Ecologia, Tecnologia, Multiculturalismo, Comunicação, Adolescência…)

O processo desenvolve-se em seis etapas interligadas: encomenda da obra, gravação do CD, três sessões de formação com os professores das escolas participantes, trabalho nas escolas, ensaio geral e um concerto.

Toda a dinâmica do projeto é centrada na descoberta da obra musical, quer pelos professores (cuja participação nas formações lhes permite desenvolver e aplicar técnicas de trabalho coral, integrando esse conhecimento inovador na sala de aula), quer pelos coralistas (que aprendem por e com prazer, descobrindo sons, movimentos, canções, construindo adereços, e oferecendo o melhor de si num único espetáculo).

Tendo-se afirmado ao longo de 30 anos como um dos projetos musicais escolares mais dinâmicos a nível europeu, a Cantania tem como principais objetivos oferecer uma experiência artística inesquecível aos cantores, professores, famílias e profissionais envolvidos no projeto. Colocando a Música da Escola no seu local próprio – o Palco - dá ao trabalho quotidiano da escola uma dimensão social através da música e potencia o encontro e intercâmbio regular de professores de música de diversos contextos, contribuindo para a elevação do nível musical das escolas.

Deste modo, a Cantania favorece a integração de diferentes culturas e capacidades, garantindo a participação das crianças de uma escola, sem seleção, pelo menos uma vez, ao longo da sua escolaridade. É também função do projeto abrir os espaços culturais e as salas de concerto ao público que não as frequenta habitualmente e a divulgação da obra de criadores contemporâneos junto do público menos familiarizado com a música.

O projeto Cantania está implantado em Portugal desde 2017 por iniciativa do Conservatório de Guimarães e do Município de Guimarães, abrangendo 17 escolas da região.

Janete Costa Ruiz

“A Noite dos Pesadelos” (Cantania 2017)

Convocatória da Assembleia Geral da APEM - 11/07/2019

Conforme publicado no Portal da Justiça e nos termos do Artigo 15º dos Estatutos da APEM, convoco a Assembleia Geral dos Sócios desta Associação para uma reunião ordinária, no dia 11 de julho 2019, 5ªfeira, às 16h00 (primeira convocação), na sede da APEM na Praça António Baião n.º 5 B - Loja, 1500-712 Lisboa, telefone 217780629, com a seguinte ordem de trabalhos:

Associação Portuguesa de Educação Musical

Conforme publicado no Portal da Justiça e nos termos do Artigo 15º dos Estatutos da APEM, convoco a Assembleia Geral dos Sócios desta Associação para uma reunião ordinária, no dia 11 de julho 2019, 5ªfeira, às 16h00 (primeira convocação), na sede da APEM na Praça António Baião n.º 5 B - Loja, 1500-712 Lisboa, telefone 217780629, com a seguinte ordem de trabalhos:

  1. Aprovação da Ata da Assembleia Geral de 10 de julho de 2018;
  2. Apreciação, discussão e votação do Relatório e Contas da Direção e Parecer do Conselho Fiscal do ano 2018/2019;
  3. Aprovação do Relatório de Atividades do ano 2018/2019;
  4. Outros assuntos.

Caso não se verifiquem as condições previstas no Artº 14º, a Assembleia funcionará trinta minutos depois, em segunda convocação.

Lisboa, 11 de junho 2019

A Presidente da Mesa da Assembleia Geral

Teresa Macedo

Projeto Artístico: O Bombo - O potencial dos instrumentos de percussão tradicionais portugueses no ensino da música

A presente ação de formação tem por base o princípio da valorização do património cultural português e tem como missão promover o Bombo a ícone da identidade e cultura portuguesas atuais, contribuindo para o desenvolvimento da sua prática em contextos escolares.


Ação de Formação Creditada

25h - 1.uc

Registo Nº CCPFC/ACC-103798/19

por

Rui Júnior

Destinatários: Docentes dos grupos 250, 610 e outros interessados

Horário:

Sessões Dia Hora Duração
1ª sessão (segunda-feira) 1 de julho 14h00-18h30 4h30
2ª sessão (terça-feira) 2 de julho 14h00-18h30 4h30
3ª sessão (quarta-feira) 3 de julho 11h00-13h00 2h
4ª sessão (quinta-feira) 4 de julho 14h00-18h30 4h30
5ª sessão (sexta-feira) 5 de julho 14h00-18h30 4h30
6ª sessão (sábado) 6 de julho 14h00-19h00 5h00


Local: Clube Desportivo dos Olivais e Moscavide

Morada: R. João Pinto Ribeiro 103 a | 1800-233 Parque das Nações | Lisboa

Valor da Inscrição*:

  • 25h - Sócio da APEM: 30€
  • 25h - Não Sócio: 80€
*Ação de formação parcialmente financiada pela ADAT – Associação dos Amigos do Tocá Rufar.

Número limite de participantes: 30

Sinopse

A presente ação de formação tem por base o princípio da valorização do património cultural português e tem como missão promover o Bombo a ícone da identidade e cultura portuguesas atuais, contribuindo para o desenvolvimento da sua prática em contextos escolares.

Desta forma, esta ação de formação pretende promover a criação de projetos musicais de orquestras de percussão tradicional portuguesa nas escolas, capacitando os formandos com as ferramentas necessárias para o desenvolvimento destes projetos nos seus contextos de ação através:

  • da promoção e valorização da cultura portuguesa e da percussão tradicional;
  • da divulgação e promoção do “bombo” como um dos símbolos icónicos da cultura popular;
  • do desenvolvimento de modelos alternativos de educação não formal e informal e de práticas artísticas diversificadas e inovadoras;
  • do desenvolvimento de projetos musicais de escola, envolvendo as comunidades.

Objetivos:

A ação de formação tem como missão promover a criação de projetos musicais de orquestras de percussão tradicional portuguesa nas escolas. Tem como objetivos:

  • Dar a conhecer aos formandos a linguagem da percussão tradicional portuguesa aplicada às necessidades e exigências do universo escolar, designadamente da sala de aula;
  • Desenvolver nos formandos capacidades no domínio da execução de instrumentos de percussão tradicional;
  • Desenvolver nos formandos capacidades no domínio da direção de grupos de percussão tradicional;
  • Proporcionar aos formandos meios para desenvolver atividades de percussão tradicional em contexto de sala de aula e em contextos de educação não formal.
  • Dar aos formandos as ferramentas necessárias para o desenvolvimento de projetos musicais de percussão tradicional nos seus contextos escolares.

Conteúdos:

Nas comunidades tradicionais do Norte de Portugal, o termo “Bombo é uma palavra-contentor que abrange diferentes conceitos: o instrumento bombo em si, o instrumento caixa, o conjunto instrumental onde o instrumento bombo se insere (“grupo de bombos”, “conjunto de bombos”, “bombos“, “grupo de zés-pereiras”, “zés-pereiras”) constituído por bombos e caixas e outros instrumentos melódicos conforme a área de pertença, a performance em si do conjunto instrumental (definida “saída”, “performance”, “atuação”, “arruada”, “despique”, ou simplesmente “os bombos”), o “toque” ou seja as músicas executadas pelos grupos com as relativas formas de tocar, e o conjunto de crenças, a sabedoria, e as formas de ser e estar da comunidade envolvida na prática.

Ao longo da ação, o tema do bombo será abordado em diferentes dimensões:

A dimensão educativa e pedagógica:

  • Educação e Modelos pedagógicos contextuais;
  • A integração das expressões culturais tradicionais nos sistemas educativo e de formação profissional;
  • Formas inovadoras de ensino inspiradas na cultura tradicional;
  • O papel do bombo na aprendizagem de conteúdos relacionados com o ritmo;

A dimensão artística e cultural:

  • Compositores e tocadores;
  • O papel dos grupos de bombos tradicionais e orquestras de percussão;
  • O processo de patrimonialização do Bombo em Portugal: o desafio do equilíbrio;
  • Perspetivas sobre um repertório português para o bombo.

A Metodologia Tocá Rufar:

  • Perspetiva histórica e desenvolvimento da metodologia nos últimos 20 anos;
  • Apresentação da Metodologia;
  • Técnicas de execução instrumental do bombo, segundo o método Tocá Rufar;
  • Técnicas de direção de grupos de percussão, segundo o método Tocá Rufar.

Saber fazer:

  • Exemplos práticos para o desenvolvimento de oficinas de percussão.

Metodologia

A ação decorre em 25 horas de sessões presenciais, em aulas frontais complementadas com painéis práticos orientados para a exposição e demonstração da ação prática dos atores no terreno. As sessões serão enquadradas num espírito de reflexão e partilha sobre temas da realidade dos contextos escolares, com recurso a instrumentos musicais e a meios audiovisuais. Privilegiar-se-á uma metodologia ativa, pretendendo-se proporcionar aos formandos a aquisição de conhecimentos práticos que facilitem o desenvolvimento de competências no domínio do “saber-fazer”.

Avaliação:

De acordo com o legalmente disposto, a formação implica a obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais. A avaliação dos formandos incidirá:

  • Na realização e participação nos trabalhos práticos efetuados nas sessões presenciais;
  • Na elaboração de uma reflexão crítica final, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados nas escola de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC – 3/2007 – Setembro 2007, com a menção qualitativa de:
    • 1 a 4,9 valores – Insuficiente;
    • 5 a 6,4 valores – Regular;
    • 6,5 a 7,9 valores – Bom;
    • 8 a 8,9 valores – Muito Bom;

A avaliação da ação de formação será realizada:

  1. pelos formandos, através da resposta a um inquérito elaborado para o efeito;
  2. pelo formador, através da resposta a um inquérito elaborado para o efeito;
  3. pelo Centro de Formação, através da elaboração de um relatório global de avaliação com base nos instrumentos avaliativos utilizados por formandos e formador.

Bibliografia:

BARBOSA, Ana Mae. Em defesa da Arte-Educação. REVISTA OBSERVATÓRIO ITAÚ CULTURAL, v. 24, p. 66-75, 2018.

Boal-Palheiros, G. & Encarnação, M. (2008). Music education as extracurricular activity in Portuguese primary schools. Proceedings of the 22nd International Seminar on Research in Music Education, 96-104.

Boal-Palheiros, G. & Resende, R. (2010). The practice of Portuguese traditional music in primary schools. Proceedings of the 23rd International Seminar on Research in Music Education.

CASTELO-BRANCO, Salwa El-Shawan (1991) Cultural Policy and Traditional Music in Portugal since 1974, in BAUMANN, Max Peter (edição de) Music in the Dialogue of Cultures: Traditional Music and Cultural Policy, International Institute for Comparative Music Studies and Documentation, Berlin.

CASTELO-BRANCO, Salwa El-Shawan (Direcção de) (2010) Enciclopédia da Música em Portugal no Século XX, Círculo de Leitores/Temas e Debates e Autores.

Cunha, P. (2006). As tecnologias da música em Expressão e Educação Musical no 1oCiclo do Ensino Básico. Tese de Mestrado não publicada. Braga: Universidade do Minho.

Dunbar-Hall, P. & Wemyss, K. (2000). The effects of the study of popular music on music education. International Journal of Music Education, 36, 23-34.

OLIVEIRA, Ernesto Veiga de (1982) Instrumentos Musicais Populares Portugueses, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa.

Entidade Formadora – Registo de Acreditação Nº CCPFC/ENT-NI-0144/18 – Código de Entidade CCPFC: 708
Praça António Baião nº5B - Loja 1500-712 | Lisboa | Portugal | Tel. 21 7780629 | tm: 917592504
Nº de Contribuinte: 501111514
Página Web: www.apem.org.pt Correio-e: info@apem.org.pt

01 de Julho, segunda-feira

14h00 - Receção dos formandos e orientações gerais da formação

15h00 - Introdução

  • apresentação dos instrumentos tradicionais portugueses de percussão
  • preparação dos instrumentos
  • preparação dos tocadores

15h30 - técnica de instrumentos

  • técnicas de bombo tradicional
  • técnicas de caixa de rufo tradicional
  • exercícios básicos com os instrumentos

16h30 - Intervalo

16h45 - Repertório musical

  • abordagem dos principais ritmos (toques) tradicionais portugueses
  • prática instrumental

18h00 - Reflexão

18h30 - Fim das atividades do dia 1


02 de Julho, terça-feira

14h00 - Receção/preparação e aquecimento

15h00 - Prática instrumental (continuação)

16h30 - Intervalo

16h45 - Movimentação com o instrumento

18h00 - Reflexão

18h30 - Fim das atividades do dia 2


03 de Julho - quarta-feira

11h00 - Visita guiada ao Museu da Música Portuguesa (Estoril)*

*Casa Verdades de Faria | Av. de Sabóia, n.º 1146 | Monte Estoril 2765 -580 | Estoril

Nota: A estação da CP de Monte Estoril fica a 15 minutos a pé do Museu

13h00 - Fim das actividades de dia 3


04 de Julho, quinta-feira

14h00 - Apresentação do projeto (pitch)

15h00 - Avaliação pelos formadores, com sugestões de melhorias

16h00 - A partir do diagnóstico das necessidades do grupo, os formadores criarão grupos de trabalho nos quais as dimensões didático-pedagógicas, instrumentais e de património serão trabalhadas em exercícios específicos. Nesta ocasião, os formandos terão auxílio metodológico para a criação dos seus próprios projetos de percussão.

18h00 - Reflexão

18h30 - Fim das atividades do dia 4


05 de Julho, sexta-feira

14h00 - Recepção e preparação

14h30 - Trabalho em grupo (continuação)

16h00 - Intervalo

16h15 - Apresentação dos projetos desenvolvidos em grupo

18h00 - Reflexão

18h30 - Fim das atividades do dia 5


06 de Julho, sábado

14h00 - Visita ao local de ensaio da Orquestra Tocá Rufar (Seixal)*

* CEA-VA, Centro de Experimentação Artística do Vale da Amoreira | Avenida Vasco da Gama | 2835 -205 Vale da Amoreira - MOITA

14h30 - Participação num ensaio geral da Orquestra Tocá Rufar

17h30 - Reflexão /balanço e avaliação finais

19h00 - Fim das atividades do dia 6

Rui Júnior

Rui Júnior

É Diretor Artístico da Orquestra Tocá Rufar e Presidente da Direção da ADAT – Associação dos Amigos do Tocá Rufar. A ADAT surgiu enquanto projeto de intervenção social após o sucesso na EXPO’98. Extravasando o seu propósito inicial, responde desde 1999 por uma orquestra de percussão, uma companhia de música e pelo desenvolvimento de aulas de percussão em todo o País e no estrangeiro atraindo crianças, jovens e adultos e realizando parcerias com diversas instituições públicas e privadas. Sob a direção de Rui Júnior a ADAT participou em eventos de caráter oficial, tais como a EXPO Hannover 2000, EXPO Aichi 2005, assinatura do Tratado de Lisboa 2009, Cerimónia Oficial de depósito das cinzas do Prémio Nobel da Literatura, José Saramago e foi-lhe dedicado o Prémio pela Arte da Cultura e Bombo Portuguesa, na presença do então Ministro da Cultura. Rui Júnior é também diretor artístico, percussionista e é frequentemente solicitado para realizar acções de formação de formadores, nomeadamente nas ESEs de Lisboa, Setúbal e Politécnico do Porto, entre outros.

Página Facebook Ruy Júnior
Página Web Tocá Rufar
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A APEM

A Associação Portuguesa de Educação Musical, APEM, é uma associação de caráter cultural e profissional, sem fins lucrativos e com estatuto de utilidade pública, que tem por objetivo o desenvolvimento e aperfeiçoamento da educação musical, quer como parte integrante da formação humana e da vida social, quer como uma componente essencial na formação musical especializada.

A APEM é filiada na ISME - Internacional Society for Music Education como INA - ISME National Affiliate

Cantar Mais

Cantar Mais – Mundos com voz é um projeto da Associação Portuguesa de Educação Musical (APEM) que assenta na disponibilização de um repertório diversificado de canções (tradicionais portuguesas, de música antiga, de países de língua oficial portuguesa, de autor, do mundo, fado, cante e teatro musical/ciclo de canções) com arranjos e orquestrações originais apoiadas por recursos pedagógicos multimédia e tutoriais de formação.

Saiba mais em:
http://www.cantarmais.pt/pt

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