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Dançar Canções: a voz e o corpo como instrumentos artísticos - 2ª Edição
“Dançar canções” pretende sensibilizar os professores para a potencialidade da voz e do corpo na construção de aprendizagens estéticas e artísticas que reconhecem as especificidades e as intencionalidades de diferentes manifestações artísticas, neste caso, a dança e a música, nomeadamente através de cantar canções e representá-las e expressá-las com o corpo como instrumento artístico e relacional. O conhecimento da dança como forma de arte só pode ser adquirido através da experimentação, composição interpretação e visualização de danças.
Ação de Formação Creditada
18h - 0.7uc.
por
Bruno Cochat, Carla Albuquerque e Mirjam Dekker
Destinatários: Docentes dos grupos 110, 250 e todos os interessados
Data: 14 de setembro, 12 e 26 de outubro de 2019
Horário: 10h00 às 13h00 | 14h30 às 17h30
Local: Agrupamento de Escolas - Dr. Júlio Martins
Morada: Av. 5 de Outubro | 5400-017 Chaves | Telefone: 276 333 482
Valor da Inscrição:
- Sócios da APEM: 65€
- Professores do AE Dr. Júlio Martins: 85€
- Não Sócios: 110€
Sinopse
“Dançar canções” pretende sensibilizar os professores para a potencialidade da voz e do corpo na construção de aprendizagens estéticas e artísticas que reconhecem as especificidades e as intencionalidades de diferentes manifestações artísticas, neste caso, a dança e a música, nomeadamente através de cantar canções e representá-las e expressá-las com o corpo como instrumento artístico e relacional.
O conhecimento da dança como forma de arte só pode ser adquirido através da experimentação, composição interpretação e visualização de danças.
As capacidades de expressão, comunicação e criatividade e a apropriação de conhecimentos da dança e da sua compreensão em diversos contextos são aprendizagens que se devem desenvolver nos primeiros anos de escolaridade.
Na música, o movimento e a dança são estruturantes para a aprendizagem musical. Torna-se assim fundamental dotar os professores de competências nesta área.
Objetivos:
- Contribuir para o desenvolvimento de práticas pedagógicas que incluam a sensibilidade estética e artística e a consciência e domínio do corpo;
- Munir os docentes de ferramentas que permitirão, a partir de recursos educativos criativos, usar a voz e o corpo para o desenvolvimento de competências das áreas da estética e do domínio do corpo;
- Refletir sobre a experimentação de técnicas, instrumentos e formas de trabalho diversificados com a voz e o corpo e o impacto nas aprendizagens dos alunos tanto ao nível de conhecimentos específicos de determinadas áreas disciplinares como ao nível do conhecimento e consciência de si e dos outros e dos relacionamentos interpessoais;
- Desenvolver, nos docentes, a capacidade de estimular nos alunos o gosto pela dança e pelo cantar.
Conteúdos:
Bruno Cochat
- Prática de exercícios físicos de grupo, visando a exploração de movimentos individuais e de grupo. Desenvolvimento de um trabalho colectivo. (3h)
- Escolha de canções. Apresentação de 3 propostas de canções e posterior “discussão” sobre qual cairá a escolha e porquê. (1h)
- Exploração (Improvisação e Composição) de frases de movimento para a peça escolhida, a partir da sua mensagem.(2h)
Carla Albuquerque
- Exploração de conteúdos de movimento (ações e dinâmicas de movimento) (2h)
- Construção de frases de movimento (1h)
- Dançar canções Cantar Mais, com explicação do processo coreográfico (1h)
- Composição coreográfica orientada (2h)
Mirjam Dekker
Ensino de um conjunto de danças como exemplos de métodos de ensino:
- Exercícios em grupo para o ensino de danças;(3h)
- Adaptação de metodologia a grupos específicos;(1h)
- Reflexão coletiva sobre os exercícios; (1h)
- Estrutura de uma aula de dança.(1h)
Metodologia:
Sessões teórico/práticas, em trabalho de grande grupo e pequenos grupos, com momentos de reflexão sobre as práticas.
Avaliação:
De acordo com o legalmente disposto, a formação implica a obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais. A avaliação dos formandos incidirá:
- Na realização e participação nos trabalhos práticos efetuados nas sessões presenciais;
- Na elaboração de uma reflexão crítica final, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados nas escola de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC – 3/2007 – Setembro 2007, com a menção qualitativa de:
- 1 a 4,9 valores – Insuficiente;
- 5 a 6,4 valores – Regular;
- 6,5 a 7,9 valores – Bom;
- 8 a 8,9 valores – Muito Bom;
- 9 a 10 valores – Excelente.
A avaliação da ação de formação será realizada:
- pelos formandos, através da resposta a um inquérito elaborado para o efeito;
- pelo formador, através da resposta a um inquérito elaborado para o efeito;
- pelo Centro de Formação, através da elaboração de um relatório global de avaliação com base nos instrumentos avaliativos utilizados por formandos e formador.
Bibliografia
Nuccio Ordine, 2016, “A Utilidade do Inutil”, Faktoria K de Livros
Plataforma digital de recursos musicais e artísticos: www.cantarmais.pt
Mirjam Dekker, 2015, Danças (En)Cantandas e outras não, Tradisom
Bruno Cochat
Lisboa, 5/4/1971. Licenciado pela Escola Superior de Dança – Ramo de Espetáculo. Iniciou os seus estudos em dança em 1983 na Companhia Nacional de Bailado e Ballet Gulbenkian.
Professor de Expressão Dramática na Escola Artística de Música do Conservatório Nacional desde 2003 até ao presente. Professor de Expressão Dramática na Escola Voz do Operário e na Escola Básica do Castelo (Lisboa).
Colaborador regular do PAD - Projecto de Aproximação à Dança – Companhia Nacional de Bailado e da “Orquestra Geração”.
Formador da APEM – Associação Portuguesa de Educação Musical.
Professor e Produtor na Escola de Música do Conservatório Nacional, onde inaugurou a temporada de concertos “Le Foyer”. Programador do mês de Abril/2012 na Baixa-Chiado PT Bluestation.
Carla Albuquerque
Estudou dança clássica, moderna, jazz, sapateado e dança contemporânea, tendo concluído a sua Licenciatura em Dança - Ramo de Educação, na Escola Superior de Dança, em 2002.
Desde então, dá aulas de Dança Clássica, Contemporânea, Dança Criativa e Música e Movimento para bebés. Participou em vários cursos e seminários dedicados ao ensino da dança em idade pré-escolar e escolar.
Desde 2005, colabora com a Companhia de Dança de Almada, tendo coreografado, interpretado e coproduzido vários bailados para o público mais jovem. Nesta Companhia, onde é também professora e coordenadora da Escola de Dança, desenvolve um trabalho de apoio a jovens criadores, incentivando os alunos a explorar e a desenvolver as dimensões criativa e estética.
Mirjam Dekker
Mirjam Dekker iniciou a sua formação na década de 1980 na Academia de Dança de Roterdão, na Holanda, fez inúmeras especializações além da licenciatura. Experimentando desde a Dança Jazz e Contemporânea até às danças tradicionais.
Foi bailarina em diferentes projetos, tendo participado em festivais em inúmeros países: Holanda, Inglaterra, Israel, Portugal, Espanha Itália, Bélgica, entre outros.
Além de bailarina exerce a sua atividade como professora, tendo experiência pedagógica de trabalho com crianças, e também como coreógrafa nos mais diversificados estilos de dança.
Informações:
apem associação portuguesa de educação musical
1500 – 712 Benfica - Lisboa
21 778 06 29
91 759 250 4/ 969 537 799
Apoios:
Formação: Projeto Artístico - O Bombo
"Decorreu, entre 1 e 6 de julho, a formação “Projeto artístico – o bombo: o potencial dos instrumentos musicais no ensino da música”, que teve como formador o percussionista Rui Júnior, fundador do projeto Tocá Rufar e Flávio Santos, monitor do mesmo projeto.
Realizou-se na primeira semana de julho (de 1 a 6 de julho) a ação de formação creditada para os grupos 250 e 610 “Projeto Artístico: O Bombo - O potencial dos instrumentos de percussão tradicionais portugueses no ensino da música”, numa parceria APEM/CFAPEM e TocáRufar e que teve como formador o percussionista Rui Júnior, fundador do projeto Tocá Rufar e Flávio Santos, monitor do mesmo projeto.
A ação decorreu na sede do Clube Desportivo dos Olivais e Moscavide. Houve ainda lugar a uma visita ao Museu da Música Portuguesa, no Estoril acompanhada pelo professor Domingos Morais e um dia de prática com os membros do TocáRufar no seu local atual de ensaio, o Centro de Experimentação Artística do Vale da Amoreira, no Seixal.
Com lotação esgotada, esta foi a primeira formação de um ciclo de 5 anos de formação contínua de professores que estamos a organizar e que irá incluir uma oficina de formação de setembro a março para a criação e acompanhamento de projetos de percussão nas escolas apenas para os professores que realizaram a formação em julho. Todos os anos se criarão novos grupos.
Projeto CANTANIA – a Escola em Palco
O projeto Cantania desenvolve-se por iniciativa do Serviço Educativo do L’Auditori da Catalunha (Barcelona). Iniciado em 1989, é um projeto coral participativo com crianças de escolas de ensino básico, dos 8 aos 12 anos, disseminado por 19 cidades em Espanha, na Alemanha, Bélgica e em Portugal (na cidade de Guimarães). Em 2019, realizaram-se 126 concertos de Cantania, englobando mais de 50.000 crianças, em 1500 escolas.
O projeto Cantania desenvolve-se por iniciativa do Serviço Educativo do L’Auditori da Catalunha (Barcelona). Iniciado em 1989, é um projeto coral participativo com crianças de escolas de ensino básico, dos 8 aos 12 anos, disseminado por 19 cidades em Espanha, na Alemanha, Bélgica e em Portugal (na cidade de Guimarães). Em 2019, realizaram-se 126 concertos de Cantania, englobando mais de 50.000 crianças, em 1500 escolas.
Com um grande efeito multiplicador, desenvolve-se ao longo de todo o ano letivo e culmina com um espetáculo final numa sala de concertos onde é apresentada a cantata original, escrita cada ano por um compositor e um libretista selecionados. A obra, composta para coro infantil e 10 músicos, é elaborada em parceria estreita com os diretores musicais do projeto, e aborda temáticas atuais (Ecologia, Tecnologia, Multiculturalismo, Comunicação, Adolescência…)
O processo desenvolve-se em seis etapas interligadas: encomenda da obra, gravação do CD, três sessões de formação com os professores das escolas participantes, trabalho nas escolas, ensaio geral e um concerto.
Toda a dinâmica do projeto é centrada na descoberta da obra musical, quer pelos professores (cuja participação nas formações lhes permite desenvolver e aplicar técnicas de trabalho coral, integrando esse conhecimento inovador na sala de aula), quer pelos coralistas (que aprendem por e com prazer, descobrindo sons, movimentos, canções, construindo adereços, e oferecendo o melhor de si num único espetáculo).
Tendo-se afirmado ao longo de 30 anos como um dos projetos musicais escolares mais dinâmicos a nível europeu, a Cantania tem como principais objetivos oferecer uma experiência artística inesquecível aos cantores, professores, famílias e profissionais envolvidos no projeto. Colocando a Música da Escola no seu local próprio – o Palco - dá ao trabalho quotidiano da escola uma dimensão social através da música e potencia o encontro e intercâmbio regular de professores de música de diversos contextos, contribuindo para a elevação do nível musical das escolas.
Deste modo, a Cantania favorece a integração de diferentes culturas e capacidades, garantindo a participação das crianças de uma escola, sem seleção, pelo menos uma vez, ao longo da sua escolaridade. É também função do projeto abrir os espaços culturais e as salas de concerto ao público que não as frequenta habitualmente e a divulgação da obra de criadores contemporâneos junto do público menos familiarizado com a música.
O projeto Cantania está implantado em Portugal desde 2017 por iniciativa do Conservatório de Guimarães e do Município de Guimarães, abrangendo 17 escolas da região.
Janete Costa Ruiz
“A Noite dos Pesadelos” (Cantania 2017)
Convocatória da Assembleia Geral da APEM - 11/07/2019
Conforme publicado no Portal da Justiça e nos termos do Artigo 15º dos Estatutos da APEM, convoco a Assembleia Geral dos Sócios desta Associação para uma reunião ordinária, no dia 11 de julho 2019, 5ªfeira, às 16h00 (primeira convocação), na sede da APEM na Praça António Baião n.º 5 B - Loja, 1500-712 Lisboa, telefone 217780629, com a seguinte ordem de trabalhos:
Conforme publicado no Portal da Justiça e nos termos do Artigo 15º dos Estatutos da APEM, convoco a Assembleia Geral dos Sócios desta Associação para uma reunião ordinária, no dia 11 de julho 2019, 5ªfeira, às 16h00 (primeira convocação), na sede da APEM na Praça António Baião n.º 5 B - Loja, 1500-712 Lisboa, telefone 217780629, com a seguinte ordem de trabalhos:
- Aprovação da Ata da Assembleia Geral de 10 de julho de 2018;
- Apreciação, discussão e votação do Relatório e Contas da Direção e Parecer do Conselho Fiscal do ano 2018/2019;
- Aprovação do Relatório de Atividades do ano 2018/2019;
- Outros assuntos.
Caso não se verifiquem as condições previstas no Artº 14º, a Assembleia funcionará trinta minutos depois, em segunda convocação.
Lisboa, 11 de junho 2019
A Presidente da Mesa da Assembleia Geral
Teresa Macedo
Projeto Artístico: O Bombo - O potencial dos instrumentos de percussão tradicionais portugueses no ensino da música
A presente ação de formação tem por base o princípio da valorização do património cultural português e tem como missão promover o Bombo a ícone da identidade e cultura portuguesas atuais, contribuindo para o desenvolvimento da sua prática em contextos escolares.
Ação de Formação Creditada
25h - 1.uc
Registo Nº CCPFC/ACC-103798/19
por
Rui Júnior
Destinatários: Docentes dos grupos 250, 610 e outros interessados
Horário:
| Sessões | Dia | Hora | Duração |
|---|---|---|---|
| 1ª sessão (segunda-feira) | 1 de julho | 14h00-18h30 | 4h30 |
| 2ª sessão (terça-feira) | 2 de julho | 14h00-18h30 | 4h30 |
| 3ª sessão (quarta-feira) | 3 de julho | 11h00-13h00 | 2h |
| 4ª sessão (quinta-feira) | 4 de julho | 14h00-18h30 | 4h30 |
| 5ª sessão (sexta-feira) | 5 de julho | 14h00-18h30 | 4h30 |
| 6ª sessão (sábado) | 6 de julho | 14h00-19h00 | 5h00 |
Local: Clube Desportivo dos Olivais e Moscavide
Morada: R. João Pinto Ribeiro 103 a | 1800-233 Parque das Nações | Lisboa
Valor da Inscrição*:
- 25h - Sócio da APEM: 30€
- 25h - Não Sócio: 80€
*Ação de formação parcialmente financiada pela ADAT – Associação dos Amigos do Tocá Rufar.
Número limite de participantes: 30
Sinopse
A presente ação de formação tem por base o princípio da valorização do património cultural português e tem como missão promover o Bombo a ícone da identidade e cultura portuguesas atuais, contribuindo para o desenvolvimento da sua prática em contextos escolares.
Desta forma, esta ação de formação pretende promover a criação de projetos musicais de orquestras de percussão tradicional portuguesa nas escolas, capacitando os formandos com as ferramentas necessárias para o desenvolvimento destes projetos nos seus contextos de ação através:
- da promoção e valorização da cultura portuguesa e da percussão tradicional;
- da divulgação e promoção do “bombo” como um dos símbolos icónicos da cultura popular;
- do desenvolvimento de modelos alternativos de educação não formal e informal e de práticas artísticas diversificadas e inovadoras;
- do desenvolvimento de projetos musicais de escola, envolvendo as comunidades.
Objetivos:
A ação de formação tem como missão promover a criação de projetos musicais de orquestras de percussão tradicional portuguesa nas escolas. Tem como objetivos:
- Dar a conhecer aos formandos a linguagem da percussão tradicional portuguesa aplicada às necessidades e exigências do universo escolar, designadamente da sala de aula;
- Desenvolver nos formandos capacidades no domínio da execução de instrumentos de percussão tradicional;
- Desenvolver nos formandos capacidades no domínio da direção de grupos de percussão tradicional;
- Proporcionar aos formandos meios para desenvolver atividades de percussão tradicional em contexto de sala de aula e em contextos de educação não formal.
- Dar aos formandos as ferramentas necessárias para o desenvolvimento de projetos musicais de percussão tradicional nos seus contextos escolares.
Conteúdos:
Nas comunidades tradicionais do Norte de Portugal, o termo “Bombo é uma palavra-contentor que abrange diferentes conceitos: o instrumento bombo em si, o instrumento caixa, o conjunto instrumental onde o instrumento bombo se insere (“grupo de bombos”, “conjunto de bombos”, “bombos“, “grupo de zés-pereiras”, “zés-pereiras”) constituído por bombos e caixas e outros instrumentos melódicos conforme a área de pertença, a performance em si do conjunto instrumental (definida “saída”, “performance”, “atuação”, “arruada”, “despique”, ou simplesmente “os bombos”), o “toque” ou seja as músicas executadas pelos grupos com as relativas formas de tocar, e o conjunto de crenças, a sabedoria, e as formas de ser e estar da comunidade envolvida na prática.
Ao longo da ação, o tema do bombo será abordado em diferentes dimensões:
A dimensão educativa e pedagógica:
- Educação e Modelos pedagógicos contextuais;
- A integração das expressões culturais tradicionais nos sistemas educativo e de formação profissional;
- Formas inovadoras de ensino inspiradas na cultura tradicional;
- O papel do bombo na aprendizagem de conteúdos relacionados com o ritmo;
A dimensão artística e cultural:
- Compositores e tocadores;
- O papel dos grupos de bombos tradicionais e orquestras de percussão;
- O processo de patrimonialização do Bombo em Portugal: o desafio do equilíbrio;
- Perspetivas sobre um repertório português para o bombo.
A Metodologia Tocá Rufar:
- Perspetiva histórica e desenvolvimento da metodologia nos últimos 20 anos;
- Apresentação da Metodologia;
- Técnicas de execução instrumental do bombo, segundo o método Tocá Rufar;
- Técnicas de direção de grupos de percussão, segundo o método Tocá Rufar.
Saber fazer:
- Exemplos práticos para o desenvolvimento de oficinas de percussão.
Metodologia
A ação decorre em 25 horas de sessões presenciais, em aulas frontais complementadas com painéis práticos orientados para a exposição e demonstração da ação prática dos atores no terreno. As sessões serão enquadradas num espírito de reflexão e partilha sobre temas da realidade dos contextos escolares, com recurso a instrumentos musicais e a meios audiovisuais. Privilegiar-se-á uma metodologia ativa, pretendendo-se proporcionar aos formandos a aquisição de conhecimentos práticos que facilitem o desenvolvimento de competências no domínio do “saber-fazer”.
Avaliação:
De acordo com o legalmente disposto, a formação implica a obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais. A avaliação dos formandos incidirá:
- Na realização e participação nos trabalhos práticos efetuados nas sessões presenciais;
- Na elaboração de uma reflexão crítica final, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados nas escola de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC – 3/2007 – Setembro 2007, com a menção qualitativa de:
- 1 a 4,9 valores – Insuficiente;
- 5 a 6,4 valores – Regular;
- 6,5 a 7,9 valores – Bom;
- 8 a 8,9 valores – Muito Bom;
A avaliação da ação de formação será realizada:
- pelos formandos, através da resposta a um inquérito elaborado para o efeito;
- pelo formador, através da resposta a um inquérito elaborado para o efeito;
- pelo Centro de Formação, através da elaboração de um relatório global de avaliação com base nos instrumentos avaliativos utilizados por formandos e formador.
Bibliografia:
BARBOSA, Ana Mae. Em defesa da Arte-Educação. REVISTA OBSERVATÓRIO ITAÚ CULTURAL, v. 24, p. 66-75, 2018.
Boal-Palheiros, G. & Encarnação, M. (2008). Music education as extracurricular activity in Portuguese primary schools. Proceedings of the 22nd International Seminar on Research in Music Education, 96-104.
Boal-Palheiros, G. & Resende, R. (2010). The practice of Portuguese traditional music in primary schools. Proceedings of the 23rd International Seminar on Research in Music Education.
CASTELO-BRANCO, Salwa El-Shawan (1991) Cultural Policy and Traditional Music in Portugal since 1974, in BAUMANN, Max Peter (edição de) Music in the Dialogue of Cultures: Traditional Music and Cultural Policy, International Institute for Comparative Music Studies and Documentation, Berlin.
CASTELO-BRANCO, Salwa El-Shawan (Direcção de) (2010) Enciclopédia da Música em Portugal no Século XX, Círculo de Leitores/Temas e Debates e Autores.
Cunha, P. (2006). As tecnologias da música em Expressão e Educação Musical no 1oCiclo do Ensino Básico. Tese de Mestrado não publicada. Braga: Universidade do Minho.
Dunbar-Hall, P. & Wemyss, K. (2000). The effects of the study of popular music on music education. International Journal of Music Education, 36, 23-34.
OLIVEIRA, Ernesto Veiga de (1982) Instrumentos Musicais Populares Portugueses, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa.
Entidade Formadora – Registo de Acreditação Nº CCPFC/ENT-NI-0144/18 – Código de Entidade CCPFC: 708
Praça António Baião nº5B - Loja 1500-712 | Lisboa | Portugal | Tel. 21 7780629 | tm: 917592504
Nº de Contribuinte: 501111514
Página Web: www.apem.org.pt Correio-e: info@apem.org.pt
01 de Julho, segunda-feira
14h00 - Receção dos formandos e orientações gerais da formação
15h00 - Introdução
- apresentação dos instrumentos tradicionais portugueses de percussão
- preparação dos instrumentos
- preparação dos tocadores
15h30 - técnica de instrumentos
- técnicas de bombo tradicional
- técnicas de caixa de rufo tradicional
- exercícios básicos com os instrumentos
16h30 - Intervalo
16h45 - Repertório musical
- abordagem dos principais ritmos (toques) tradicionais portugueses
- prática instrumental
18h00 - Reflexão
18h30 - Fim das atividades do dia 1
02 de Julho, terça-feira
14h00 - Receção/preparação e aquecimento
15h00 - Prática instrumental (continuação)
16h30 - Intervalo
16h45 - Movimentação com o instrumento
18h00 - Reflexão
18h30 - Fim das atividades do dia 2
03 de Julho - quarta-feira
11h00 - Visita guiada ao Museu da Música Portuguesa (Estoril)*
*Casa Verdades de Faria | Av. de Sabóia, n.º 1146 | Monte Estoril 2765 -580 | Estoril
Nota: A estação da CP de Monte Estoril fica a 15 minutos a pé do Museu
13h00 - Fim das actividades de dia 3
04 de Julho, quinta-feira
14h00 - Apresentação do projeto (pitch)
15h00 - Avaliação pelos formadores, com sugestões de melhorias
16h00 - A partir do diagnóstico das necessidades do grupo, os formadores criarão grupos de trabalho nos quais as dimensões didático-pedagógicas, instrumentais e de património serão trabalhadas em exercícios específicos. Nesta ocasião, os formandos terão auxílio metodológico para a criação dos seus próprios projetos de percussão.
18h00 - Reflexão
18h30 - Fim das atividades do dia 4
05 de Julho, sexta-feira
14h00 - Recepção e preparação
14h30 - Trabalho em grupo (continuação)
16h00 - Intervalo
16h15 - Apresentação dos projetos desenvolvidos em grupo
18h00 - Reflexão
18h30 - Fim das atividades do dia 5
06 de Julho, sábado
14h00 - Visita ao local de ensaio da Orquestra Tocá Rufar (Seixal)*
* CEA-VA, Centro de Experimentação Artística do Vale da Amoreira | Avenida Vasco da Gama | 2835 -205 Vale da Amoreira - MOITA
14h30 - Participação num ensaio geral da Orquestra Tocá Rufar
17h30 - Reflexão /balanço e avaliação finais
19h00 - Fim das atividades do dia 6
Rui Júnior
É Diretor Artístico da Orquestra Tocá Rufar e Presidente da Direção da ADAT – Associação dos Amigos do Tocá Rufar. A ADAT surgiu enquanto projeto de intervenção social após o sucesso na EXPO’98. Extravasando o seu propósito inicial, responde desde 1999 por uma orquestra de percussão, uma companhia de música e pelo desenvolvimento de aulas de percussão em todo o País e no estrangeiro atraindo crianças, jovens e adultos e realizando parcerias com diversas instituições públicas e privadas. Sob a direção de Rui Júnior a ADAT participou em eventos de caráter oficial, tais como a EXPO Hannover 2000, EXPO Aichi 2005, assinatura do Tratado de Lisboa 2009, Cerimónia Oficial de depósito das cinzas do Prémio Nobel da Literatura, José Saramago e foi-lhe dedicado o Prémio pela Arte da Cultura e Bombo Portuguesa, na presença do então Ministro da Cultura. Rui Júnior é também diretor artístico, percussionista e é frequentemente solicitado para realizar acções de formação de formadores, nomeadamente nas ESEs de Lisboa, Setúbal e Politécnico do Porto, entre outros.
Página Facebook Ruy Júnior
Página Web Tocá Rufar
Página Facebook Tocá Rufar
Informações:
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Notícias em destaque
Dançar Canções: a voz e o corpo como instrumentos artísticos - 2ª Edição
Formação: Projeto Artístico - O Bombo
Projeto CANTANIA – a Escola em Palco
Convocatória da Assembleia Geral da APEM - 11/07/2019
Projeto Artístico: O Bombo - O potencial dos instrumentos de percussão tradicionais portugueses no ensino da música
A APEM
A Associação Portuguesa de Educação Musical, APEM, é uma associação de caráter cultural e profissional, sem fins lucrativos e com estatuto de utilidade pública, que tem por objetivo o desenvolvimento e aperfeiçoamento da educação musical, quer como parte integrante da formação humana e da vida social, quer como uma componente essencial na formação musical especializada.
A APEM é filiada na ISME - Internacional Society for Music Education como INA - ISME National Affiliate
Cantar Mais
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