Agenda de Formação

Formação a realizar em 2018/2019

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Tipo Duração Designação Formadores Destinatários Local Calendarização Inscrição
Creditada nº de registo: CCPFC/ACC-101601/18 18h - 0.7 u.c. Dançar Canções: a voz e o corpo como instrumentos artísticos Bruno Cochat, Carla Albuquerque e Mirjam Dekker 110, 250 e todos os interessados Escola EB 2,3 de Maria Lamas - Porto 16, 23 e 30 de março de 2019 A decorrer
Creditada nº de registo: CCPFC/ACC-101926/18 12h - 0.5 u.c. Aprendizagens Essenciais e a Interdisciplinaridade em Música | Almada Manuela Encarnação 250, 610 Escola Básica e Secundária Francisco Simões - Almada 16 e 23 de março de 2019 A decorrer
Ações de Formação de Curta Duração (*) 6h + 6h Música erudita húngara: direção e práticas corais (Nível I e II) László Nemes Docentes dos grupos 250, 610, M28 e M32 e docentes e estudantes do Ensino Superior de Música Escola Superior de Música de Lisboa 29, 30 e 31 de março de 2019 Inscrições
Ações de Formação de Curta Duração (*) 6h + 6h Kodály: Educação Musical baseada no Canto (Nível I e II) Lilla Gábor (Lisboa), Sarolta Plátthy (Porto) e Yasmin Folini (Aveiro) Docentes dos grupos 250, 610, M28 e M32 e docentes e estudantes do Ensino Superior de Música Escola Superior de Música de Lisboa, Conservatório de Música de Aveiro, Conservatório de Música do Porto 29, 30 e 31 de março de 2019 Inscrições
(*)Ação de Formação de curta duração (6h) reconhecida e certificada pelo CFAPEM de acordo com os artigos 6ºd), 7º n.2 e 8ºb) do RJFC - Dec.- Lei n.º22/2014 de 11 de fevereiro.

Tipo Duração Designação Formador Destinatários
Creditada - Registo: CCPFC/ACC-100498/18 12h - 0,5 u.c. Ideias para improvisar e compor no ensino geral e especializado Manuela Encarnação, Artur Fernandes e Brendan Hemsworth 250, 610, M28 e M32
Creditada nº de registo: CCPFC/ACC-92623/17 25h - 1 uc. Educação Kodály: música no ensino geral e no especializado László Nemes e Cristina Brito da Cruz 250, 610, M26, M27, M28 e M32
Creditada nº de registo: CCPFC/ACC-100616/18 12h - 0.5 uc. Jogos Musicais e o Atlas dos Instrumentos Utópicos Henrique Fernandes e Bitocas Fernandes 100, 110
Creditada nº de registo: CCPFC/ACC-92169/17 25 h - 1 uc. Dez movimentos para um corpo em descoberta Joana Andrade 100, 110
Creditada nº de registo: CCPFC/ACC-88754/16 12 h - 0.5 uc. Cantar Mais: práticas musicais e atividades artísticas Ana Venade, Carlos Batalha, Carlos Gomes, Gilberto Costa, Manuela Encarnação 100, 110
Creditada nº de registo: CCPFC/ACC-88735/16 15h - 0.6 uc. Do ensaio ao concerto: a prática performativa como instrumento de desenvolvimento profissional do professor de música Ana Venade e Henrique Piloto 250, M26, M28 e M32
Creditada nº de registo: CCPFC/ACC-89086/16 12 h - 0.5 uc. O professor enquanto profissional da voz: técnica para a voz falada Ana Leonor Pereira 100, 110
Creditada nº de registo: CCPFC/ACC-87756/16 12 h - 0.5 uc. Cantar da infância à adolescência - atualidades científicas e desafios didáticos I Ana Leonor Pereira Professores de Canto - M26; de Canto Gregoriano - M27; de Classes de Conjunto - M32; de Formação Musical - M28; de Educação Musical - 250; de Música - 610
Creditada nº de registo: CCPFC/ACC-87757/16 12 h - 0.5 uc. Cantar da infância à adolescência - atualidades científicas e desafios didáticos II Ana Leonor Pereira Professores de Canto - M26; de Canto Gregoriano - M27; de Classes de Conjunto - M32; de Formação Musical - M28; de Educação Musical - 250; de Música - 610
Em fase de acreditação 25h + 25h = 2uc. Projectos Artísticos : O Bombo Rui Júnior 110, 250
Creditada nº de registo: CCPFC/ACC-101926/18 12h -0.5 uc. Aprendizagens essenciais e a interdisciplinaridade em Música Manuela Encarnação 250, 610
Creditada - Registo: CCPFC/ACC-101601/18 18h - 0.7 uc. Dançar Canções: a voz e o corpo como instrumentos artísticos Carla Albuquerque, Bruno Cochat e Mirjam Dekker, 110 e 250
Creditada - Registo: CCPFC/ACC-101554/18 12.5h - 0.5 uc. Estratégias de sucesso na didática instrumental - I Helena Vasques Professores de instrumento do ensino especializado de música
Creditada - Registo: CCPFC/ACC-101555/18 12.5h - 0.5 uc. Estratégias de sucesso na didática instrumental - II Helena Vasques Professores de instrumento do ensino especializado de música
Curta Duração Certificada(*) 6h Música com Corpo: Workshop Criativo e Performativo de Percussão Corporal Joaquim Alves Todos os interessados

Caso tenha interesse em organizar alguma das formações da APEM na sua escola, contacte-nos através do email: info@apem.org.pt.

Ricardo Matosinhos

Ricardo Matosinhos nasceu em 1982, foi aluno da class de Trompa de Ivan Kučera, na ESPROARTE (1994-2000) e Bohdan Šebestik na ESMAE, onde concluiu a licenciatura em 2004.

A curiosidade levou-o a explorar os caminhos da trompa no jazz e, por essa razão, teve aulas com o saxofonista Mário Santos, cuja influência se veio a refletir mais tarde no seu estilo de composição.

Concluiu, em 2012, o mestrado em Ensino da Música, na Universidade Católica, com a apresentação da dissertação “Bibliografia Selecionada e Anotada de Estudos para Trompa Publicados entre 1950 e 2011”.
Participou em diversos cursos de aperfeiçoamento em Portugal e no Estrangeiro.

Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian entre 1998 e 2004.

Em 2007 foi-lhe atribuído o 2º prémio do concurso Jovens Músicos na modalidade de Trompa Nível Superior.

Como artista convidado colaborou com a Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra do Norte, Orquestra de Jazz de Matosinhos, Remix Ensemble, ONP entre outras.

Ministrou diversos Workshops e Cursos de Aperfeiçoamento em Portugal, República Checa, Estónia, Letónia e Estados Unidos.

No âmbito da composição é autor de diversos materiais pedagógicos para o ensino da trompa, bem como, de composições para diversas formações instrumentais. Viu algumas das suas obras reconhecidas em vários concursos nacionais e internacionais.

Atualmente leciona na Academia de Costa Cabral (Porto) e frequenta o programa de Doutoramento em Música e Musicologia, Interpretação na Universidade de Évora.

É membro da International Horn Society, da Sociedade Portuguesa de Autores e da GDA.

“Sofia

Sofia Ribeiro vive atualmente em Nova Iorque, é artista residente no prestigiosa Carnegie Hall, e conta já com uma carreira de 15 anos como cantora, compositora e professora, preenchida por intermináveis sucessos por toda a Europa, Estados Unidos e América Latina. Deu cursos de voz e improvisação em diversas Universidades e escolas em Portugal, Espanha, França, Polónia, Luxemburgo, Itália, Estados Unidos e na Colômbia, entre elas, o Conservatório Superior de Liceu em Barcelona, a Academia Superior de Jazz de Katowice e a ‘Facultad de Artes’ em Bogotá.

Estudou por mais de uma década com a cantora e improvisadora Rhiannon - que faz parte do grupo Voicestra do Bobby McFerrin - e completou o seu curso avançado de um ano intitulado ‘All the way in’. Durante o ano de 2017 foi sua assistente. Estudou improvisação com diversos professores, entre eles Bob Stollof (2005-2006, Berklee College of Music), Bobby McFerrin (Omega 2015), Judy Niemack e Joey Blake (Voicestra).

Ganhou vários prémios internacionais, tais como o primeiro lugar nas competições ‘Crest Jazz Vocal’ (França) e ‘Voicingers’ (Polónia), e o segundo lugar na competição ‘Young Jazz Singers’ (Bélgica).

Tem uma licenciatura em jazz da ESMAE, onde foi também professora por vários anos, e fez intercâmbios de um ano na Berklee College of Music (Boston) e na ESMUC (Barcelona). Tem um mestrado em canto jazz do Conservatório de Bruxelas, tendo feito um ano de intercâmbio no distinto Conservatório Nacional de Música e Dança de Paris.

Lançou 9 discos como líder, e atuou já em alguns dos mais importantes festivais e Centros Culturais mundiais, tais como o Kennedy Center (Washington), o Summer Stage (Nova Iorque), o Centro Cultural de Belém (Lisboa) e o Festival ‘April Jazz’ (Finlândia), partilhando cartaz com artistas como Bobby McFerrin, Richard Bona e Concha Buika.

Faz parte do grupo vocal “The Whole Time”, que realiza concertos vocais inteiramente improvisados.

Tiago Grade (Rizumik)

Rizumik é um premiado artista conhecido pelas suas capacidades rítmicas e de improvisação. Nascido em Lisboa e residente em Nova Iorque, liga-se sobretudo à performance e às artes de palco através da música (beatbox, canto, percussão), dança e movimento (urbana, sapateado, artes marciais), representação (humor e trabalho de personagem) e ensino (improvisação rítmica e técnicas de beatbox). Os seus talentos rítmicos também incluem kits de bateria, percussão corporal e performance com sílabas percussivas (estilo "Konnakol”).

Rizumik faz parte do grupo de professores que trabalham com Bobby McFerrin (vencedor de 10 Grammy Awards) no curso de CircleSinging - Improvisação vocal, no Instituto Omega, em NY. Rizumik tem-se focado em ensinar o seu próprio estilo de percussão, improvisação vocal e teatral, focando-se na relação paralela entra a comunicação humana (línguas, acentos, sotaques, alfabetos) e a linguagem universal do rítmo e da música.

Foi o actor principal no conceituado espetáculo The Voca People, tendo estado em Off-Broadway durante mais de um ano (West Side Theatre e New World Stages), bem como com o cast internacional, por variados países. A produção ganhou o prémio Lucile Lortel de 2012 para "Outstanding Alternative Theatrical Experience", e foi apresentada em shows como "Live With Kelly", "The Wendy Williams Show", "MDA Telethon" e "Late Night With Jimmy Fallon”.

Rizumik foi premiado como “Melhor Percussionista Vocal” na edição de 2017 da conceituada competição de A Cappella "Harmony Sweepstakes", em NY; Foi o campeão americano de beatbox de 2012, e participou em três edições do campeonato mundial de beatbox, em Berlim (2009, 2012 e 2015). Em 2014, foi o ator principal de uma campanha publicitária para a Grand Marnier, filmada em Austin (Texas) e em 2008, venceu o prémio de música dos Jovens Criadores (em Lisboa) com o projeto vocal aCorda.

Ao longo dos anos, Rizumik participou e colaborou em distintos albúns, eventos e espectáculos, tendo pisado palcos várias centenas de vezes, em redor do mundo. Está envolvido em projetos como Concrete e Urban Method (grupos A Cappella), e faz colaborações com outros músicos e artistas (como por exemplo The Whole Time, um coletivo que organiza concertos totalmente improvisados com convidados especiais). Rizumik manifesta a sua essência sobretudo com a improvisação, o humor e o movimento, e acredita firmemente numa abordagem mais sagrada e espiritual em relação à prática musical e à cura através do som.

Jorge Lira

Jorge Lira é arquitecto pela faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (1985-1991)

Enquanto estudante universitário integrou o Orfeão Universitário do Porto.

Durante a estadia no OUP rumou a Terra de Miranda, com apoio de João Paulo Castro e seus pais, Prof. Afonso Castro e a Profª Maria da Luz, que o receberam na sua casa de S. Joanico - vindo a conhecer Joaquim Antão, gaiteiro tradicional natural da Granja da Silva e residente em S. Joanico, Vimioso, que o adoptou como aprendiz de gaiteiro, assim como muitos outros gaiteiros tradicionais com quem aprendeu sobre a tradição e o toque deste instrumento, entre os quais Manuel Francisco Aires, dito "o Pascoal" ou ainda outros músicos tradicionais como por exemplo o tamborileiro Virgílio Cristal, de Constantim.

Participou em algumas dezenas de projectos musicais na área da musica tradicional e etnográfica, assim como projectos corais, ópera, música medieval e renascentista.

Integrou o grupo "Vai de Roda" entre os anos de 1989 / 1997, após o que iniciou dedicação exclusiva à investigação e processamento da informação recolhida desde 1985 sobre a gaita de foles sem mais projectos musicais regulares.

Produziu e editou em 2005 um CD com alguns dos fonogramas por si gravados nos anos 80 no Planalto Mirandês: "Bi benir l'gaita".

Autor de diversos artigos e publicações em revistas da especialidade, realiza trabalho de medição e réplica de instrumentos antigos, realizando o seu registo em desenho e réplica física.

Esse processo de estudo, aplica-o na evolução da construção de novos instrumentos, que constrói para utilização em âmbito amador e profissional. Em 2015, foi convidado da Brigada Vitor Jara para participação no concerto da celebração dos 40 anos no Festival Intercéltico de Sendim, tocando dois temas com uma gaita Mirandesa réplica da gaita de Manuel José Lopes (tiu Pepe) modelo de 1906, cuja recuperação se deve à investigação realizada em conjunto com Mário Correia no Museu da Terra de Miranda, 2013.

O seu trabalho de investigação, pesquisa, construção e inovação sobre as Gaitas de Fole foi reconhecido e galardoado na Gala da Inovação da Universidade do Porto em 2016.

Bitocas Fernandes

Bitocas Fernandes nasceu em 1968, numa família de músicos.

Experimentalista, improvisador e pedagogo. Ao longo dos anos desenvolveu uma metodologia muito pessoal para a experiência e estudo musicais em fusão com conceitos vindos de outras áreas do conhecimento.

Os seus métodos encontram-­se espelhados no projecto O Jogo Aberto/Ginásio Musical que envolve design de jogos, de eventos performativos, workshops temáticos.

Frequentou o Conservatório de Música de Aveiro e o Curso de Percussão da Escola Profissional de Música de Espinho. Mas, foi de forma autodidacta que desenvolveu a maior parte das suas experiências pedagógico-musicais.

Iniciou um novo caminho de exploração criativa, promovendo eventos e contextos para a aprendizagem informal através do lúdico.

Em Águeda, sua terra natal, fundou com seus irmãos a d’Orfeu ­ Associação Cultural, criou o AparqA! – Centro Criativo da Alta Vila (2008-2011).

Coordenador de várias produções inter-associativas e fomentador da fusão entre disciplinas através do experimentalismo e da criatividade.

Leccionou Expressões Integradas no Instituto Piaget de Viseu, colaborou como monitor no inicio do Tocá Rufar, com o serviço educativo da Casa da Música no Porto e com a Fábrica das Artes do CCB, colabora anualmente com a “Akademie fur Musikpadagogic”, Oberwisel, Alemanha.

Atualmente é membro da Glocalmusic, cooperativa para o desenvolvimento da música criativa que ajudou a criar em 2016 e com a qual colabora regularmente com várias instituições artísticas e promove continuamente iniciativas que misturam arte e ludicidade.

Mirjam Dekker

Mirjam Dekker iniciou a sua formação na década de 1980 na Academia de Dança de Roterdão, na Holanda, fez inúmeras especializações além da licenciatura. Experimentando desde a Dança Jazz e Contemporânea até às danças tradicionais.

Foi bailarina em diferentes projetos, tendo participado em festivais em inúmeros países: Holanda, Inglaterra, Israel, Portugal,Espanha Itália, Bélgica, entre outros. 

Além de bailarina exerce a sua atividade como professora, tendo experiência pedagógica de trabalho com crianças, e também como coreógrafa dos mais diversificados estilos de dança.

Henrique Fernandes

Henrique Fernandes, iniciou os seus estudos musicais no ano de 1992 na Escola Profissional e Artística do Vale do Ave, na classe de contrabaixo do Prof. Alexander Samardjiev, tendo concluído em 2005 o curso superior de música, na especialidade de Contrabaixo na Escola Superior de Música e Artes do espectáculo do Porto, na classe do Prof. Florian Petzborn.

Paralelamente ao universo da música erudita, integra diversos projectos da música experimental, tais como: Mécanosphère, Lost Gorbachevs, Two white monsters around a round table, Sektor 304, Stealing Orquestra,estilhaços, radial chao opera, Srosh ensemble, Space ensemble, entre outros. Tocou com Damo Suzuki, Steve Mackay, John Zorn Cobra (dirigido por John Zorn), Três Tristes Tigres, Mark Stewart, Alfred Harth, Fritz Hauser, Adolfo Luxúria Canibal, entre muitos outros. Tem tocado regularmente em toda a Europa .

Nos últimos anos tem desenvolvido algum trabalho na construção de instrumentos musicais e objectos sonoros que utiliza em diversos projectos musicais ou workshops na área da criatividade musical.

Ana Luísa Veloso

Ana Luísa Veloso nasceu em 1979. É Bolseira de Pós Doutoramento no CIPEM/INET-md – Centro de Investigação em Psicologia da Música e Educação Musical, polo do Instituto Politécnico do Porto no Instituto de Etnomusicologia – Centro de Estudos em Música e Dança. É doutorada em MÚsica pela Universidade de Aveiro no campo da Educação.

Tem vindo a desenvolver diversos projetos nos domínios da música e da educação, mais especificamente nas áreas da criatividade, composição musical, improvisação, música em contextos não formais, música e transformação pessoal e social. Tem também vindo a publicar diversos artigos e capítulos em livros nacionais e internacionais sobre estas temáticas.

É coordenadora nacional da European Association for Music in Schools e mantém ativamente a sua atividade enquanto música e guitarrista, colaborando em diversas formações ligadas à improvisação, à música contemporânea, experimental e à sound art.

Faz parte da equipa da associação cultural Sonoscopia, uma plataforma de criação, produção e promoção de projetos e espetáculos artísticos e educativos centrados essencialmente na área da música e da exploração sonora, bem como do seu cruzamento interdisciplinar com a literatura, a dança, o teatro e as artes visuais.

Artur Fernandes

A formação musical de Artur Fernandes assenta em áreas complementares. Por um lado, recebe entre os 13 e 28 anos a influência da música folclórica através do acordeão diatónico (concertina) que toca tanto em agrupamentos locais como junto da família, em Águeda, que soma uma longa tradição musical. Por outro, vê-se influenciado pela música clássica entre os 18 e 30 anos, estudando saxofone no Conservatório de Aveiro e composição na Universidade de Aveiro.

A sua actividade artística divide-se entre a revivificação da música tradicional e a criação de “música tradicional imaginária”, integrando formações como Danças Ocultas (com 8 CDs editados e concertos na Europa, América, África e Ásia). Participa ainda em projectos de outros estilos musicais como pop, rock, heavy metal, tradicional, jazz e popular. É compositor e arranjador de música para cinema, teatro e dança contemporânea.

Orienta cursos, estágios e workshops de acordeão diatónico em Portugal, Espanha e França. Lecciona composição e outras disciplinas na Licenciatura e Mestrado na área da Música no Instituto Piaget/Viseu; e Análise e Técnicas de Composição nos Conservatórios de Música de Aveiro, Coimbra, Porto e outras escolas do ensino artístico especializado de música.

“Carlos

Nasceu em 1978. É professor de Educação Musical no Agrupamento de Escolas de Vialonga. É licenciado em Educação Musical pela Escola Superior de Educação de Lisboa e mestre em Ciências da Educação – Informática Educacional - pela Universidade Católica Portuguesa. Nos últimos 5 anos tem viajado pelo mundo e, durante este tempo, foi docente de Música e Educação Musical na Escola Portuguesa de Díli, em Timor-Leste, onde desenvolveu diversos projetos musicais, implementando o ensino da música pela primeira vez naquela instituição.

Na sua dissertação de mestrado desenvolveu investigação sobre a interação online de centenas de professores de música numa comunidade virtual de prática. Nesta investigação-ação pretendeu diminuir constrangimentos que afetam estes docentes no seu contexto letivo, nomeadamente, o isolamento e acomodação, a carência de recursos para a prática letiva, as poucas oportunidades de formação contínua e a visão menor do professor e da sua área disciplinar.

Foi docente em instituições como a Escola Superior de Educação de Lisboa e Universidade Aberta e tem vindo a desenvolver formação de professores em colaboração com a Associação Portuguesa de Educação Musical.

Manuela Encarnação

Mestre em Ciências da Educação – especialização em orientação da aprendizagem pelo Instituto de Educação da Universidade Católica, tem o Curso de Formação Avançada do Doutoramento em Educação, na área de especialização em Formação de Professores do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, o CESE em Supervisão Pedagógica e Gestão da Formação pela Escola Superior de Educação de Lisboa e o Curso Geral de Canto e Composição da Escola de Música do Conservatório Nacional.

Professora de Educação Musical do Agrupamento Almeida Garrett onde exerceu diversos cargos de gestão pedagógica de 1990 a 2006. Formadora credenciada pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua nas áreas e domínios de Educação Musical/ Música, Concepção e Organização de Projetos Educativos e Didáticas Específicas (Educação Musical/ Música).

Orientadora pedagógica e professora tutora nos cursos de formação inicial - variante de Educação Musical, a convite da Escola Superior de Educação de Lisboa entre 1991 e 2003. Tem diversas publicações em coautoria de livros escolares e de canções infantis.

É membro da Direção da APEM desde 2005 e Diretora do Centro de Formação da APEM desde 2009.

Membro do Conselho Científico do IAVE desde 2014. Conselheira do Conselho Nacional de Educação desde 2015.

Workshop Dorico - Software de composição e notação musical

A APEM

A Associação Portuguesa de Educação Musical, APEM, é uma associação de caráter cultural e profissional, sem fins lucrativos e com estatuto de utilidade pública, que tem por objetivo o desenvolvimento e aperfeiçoamento da educação musical, quer como parte integrante da formação humana e da vida social, quer como uma componente essencial na formação musical especializada.

A APEM é filiada na ISME - Internacional Society for Music Education como INA - ISME National Affiliate

Cantar Mais

Cantar Mais – Mundos com voz é um projeto da Associação Portuguesa de Educação Musical (APEM) que assenta na disponibilização de um repertório diversificado de canções (tradicionais portuguesas, de música antiga, de países de língua oficial portuguesa, de autor, do mundo, fado, cante e teatro musical/ciclo de canções) com arranjos e orquestrações originais apoiadas por recursos pedagógicos multimédia e tutoriais de formação.

Saiba mais em:
http://www.cantarmais.pt/pt

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© 2018 Associação Portuguesa de Educação Musical

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